domingo, 30 de setembro de 2018

Drops Sequencial no Insta!

domingo, 30 de setembro de 2018 0


Olá, amigo!

Já se inscreveu no nosso canal no Instagram?
Estamos postando as microaulas "Drops Sequencial", uma por dia. Se perdeu quando foram publicadas no Facebook, está aí sua oportunidade de rever esse material e começar a treinar desenho no estilo caricato.

Bons desenhos!

Fabio Vicente.

sábado, 29 de setembro de 2018

Já conhece todos nossos canais?

sábado, 29 de setembro de 2018 0


Olá, amigo!

Chega de ficar esperando ter tempo para atualizar minhas páginas. Eu nunca vou ter tempo sobrando.
Eu tenho que criar esse tempo. Os sonhos não esperam. O tempo passa e todo modesto cabedal de conhecimento adquirido vai comigo para o túmulo. De nada adianta o conhecimento se não é compartilhado. Sendo assim, tentarei ser mais produtivo semanalmente nesse canal que é meu pequeno universo na web há quase duas décadas. Tenho quase tanto tempo de internet quanto o Google. Sou tão pioneiro quanto esse povo, sem falsa modéstia.
Tem tanta gente que acompanha meu trabalho de longe há tanto tempo... sou eternamente responsável por aqueles a quem cativo, tal qual diz a famosa criação de Saint Exupéry. E os tempos mudam... os hábitos de internet também vão mudando. É preciso acompanhar esses novos tempos.
Então tem "Arteseqüencial, o blog" para todos os gostos.
Quer conhecer nosso canal no YouTube? Clique aqui e se inscreva.
Já viu nossa página no Facebook? Clique aqui para curtir e acompanhar nosso feed.
Agora também tem Arteseqüencial no Instagram. Siga-nos nesse link.
Será um imenso prazer tê-los como companhia em todos nossos canais.
Um grande abraço!

Fabio Vicente

terça-feira, 25 de setembro de 2018

17 anos de postagens...

terça-feira, 25 de setembro de 2018 0

Olá, amigo!

Dia 20 de setembro foi há alguns dias... São 17 anos produzindo conteúdo online, no tempo onde a internet era tudo mato ainda... Conhece todos os canais? O blog, o canal no YouTube, a página no Facebook, o perfil no Instagram? Estou planejando postar algumas surpresas neste mês em todos esses canais.
Aguarde!

Fabio Vicente!

terça-feira, 9 de maio de 2017

Flashes criativos

terça-feira, 9 de maio de 2017 1
No início dos anos 2000 a grande novidade na internet eram as animações em formato SWF. O programa Flash era protagonista nos melhores layouts de páginas na web: fazia animações elaboradas sem ocupar espaço excessivo na memória, o que as tornava facilmente carregáveis, em tempos onde a velocidade dos dados na internet era muito lenta comparada com os dias de hoje. Quando este blog ainda era hospedado no finado Geocities, eu tinha como diversão garimpar páginas interessantes com essa tecnologia. Refiz uma busca em algumas delas e percebi que algumas ainda estão ativas, ainda que tenham mudado de endereço.


"Hestekor", cujo autor e o ano não pude localizar e "NobodyHere" produzido por
Netherlands Foundation for Fine Arts, Design and Architecture.

Comecemos nosso passeio clicando em HESTEKOR . Recebi o link por email, há um bom tempo atrás. Até hoje ainda não sei quem fez, em qual ano foi feito... isso me irrita! As pessoas costumam repassar as coisas na net sem citar fonte... Aliás, neste exemplo e no terceiro que posto hoje a autoria não está clara. Caso você saiba, por favor, me informe para que eu possa atualizar! Mas vale a pena ver. Besta, mas engraçado. Hestekor é um coral infame de cavalos onde você vai acionando cada um deles com um clique. Pra aquelas horas em que se está de saco cheio e precisa dar risada de qualquer tranqueira.

Um site bem estruturado com uma navegação bastante divertida: NOBODY HERE. Site experimental, pra uns web-art pra outros pura viagem... É difícil explicar, só vendo mesmo. A silhueta-menu é um show à parte.


"Coração" cujo autor não se identificou na página.

Outra animação show de bola é CORAÇÃO DOS HOMENS. Trilha bem escolhida, animação bem realizada... tem um toque de teatro chinês de sombras.

Grande Abraço!

Fabio Vicente

domingo, 19 de março de 2017

Conhece o Boris? E a Julie?

domingo, 19 de março de 2017 0
Olá, amigo!


No sentido do relógio: Boris Vallejo e seus trabalhos, Leather Jacket (estátua),
Curl (óleo sobre tela), Julie Bell e seus trabalhos,
Fierce Beauty (Sketch) e Angel Wings (óleo sobre tela)
© Boris Vallejo & Julie Bell

Ele, peruano, esculpe seu corpo em uma academia pessoal e toca violino nas horas vagas... quando não está envolvido na produção das mais incríveis ilustrações de Fantasy Art. Mestre, com fortes influências dos grandes mestres das artes. Ela, natural de Beaumont, Texas, também cultua seu físico e é mestra em ilustrações de Sci Fi e Fantasy Art. A tradicional "pele de metal" é uma marca em seus trabalhos. Quer saber mais sobre eles? Ver Sketches, Ilustrações, Esculturas e muito mais? BORISJULIE.COM, site oficial da dupla é o melhor ponto de partida...


O Bárbaro enfrenta uma bruxa © Boris Vallejo


Vaqueira do Espaço © Julie Bell 

Grande Abraço,
Fabio Vicente

domingo, 12 de março de 2017

BIBLIOTECA BÁSIHQA! #002 - Quadrinhos e Arte Sequencial, de Will Eisner

domingo, 12 de março de 2017 0
Olá, amigo!


Quadrinhos e Arte Sequencial - princípios e práticas do lendário cartunista, de Will Eisner.

Quadrinhos e Arte Sequencial - princípios e práticas do lendário cartunista... O que falar desse livro?
Eu deveria ter começado a seção Bibliotec BásiHQa por esse volume, mas guardei para fechar a semana em que o mestre Will faria 100 anos se estivesse vivo, como uma espécie de homenagem. Este volume é item obrigatório e livro de cabeceira para todo amante de quadrinhos por diversas razões, a saber:

a) Foi escrito em 1985 por William Erwin Eisner, Will Eisner (nascido no Brooklyn, Nova York, em 6 de março de 1917, partiu para a eternidade em Lauderdale Lakes, Flórida, em 3 de janeiro de 2005), famoso e renomado quadrinista norte-americano, criador do icônico The Spirit, dentre outros personagens. Em seus mais de 70 anos de carreira, atuou como desenhista, roteirista, arte-finalista, editor, cartunista, empresário e publicitário.

b) Criador do termo "Arte Sequencial" para classificar um gênero artístico de narrativas gráficas que engloba inúmeras produções ao longo da história da arte, como a arte rupestre, os painéis em baixo - relevo em templos mesopotâmicos, narrativas em papiros e paredes egípcias, tapeçarias medievais... culminando, claro com a nona arte: os quadrinhos. Termo que, diga-se de passagem, também batiza essa página (será que dá para perceber o quanto sou fã desse mito?).

c) Também vemos o nascimento de outro termo nesse livro, "Graphic Novel", ou Romance Gráfico, para um gênero de HQs mais autoral, em formato mais extenso que as tradicionais histórias seriadas.

Eisner explora a maneira como essa modalidade artística é fruida na mente do leitor.

d) O livro, repleto de exemplos extraídos de suas geniais criações, disseca a estrutura narrativa das HQs tomando como ponto de partida a maneira como essa modalidade artística é fruida na mente do leitor: o formato dos quadrinhos e o espaço entre eles e o modo como isso interfere na sensação da passagem de tempo, ou o modo como a voz é modulada na mente do leitor nos balões, por exemplo. Há também capítulos desicados à linguagem corporal dos personagens, linha de leitura e perspectiva na composição da página, técnicas de roteirização e um glossário de termos relacionados à arte sequencial e à produção gráfica.


Glossário de termos relacionados à arte sequencial e à produção gráfica.

Ficha Técnica:
Quadrinhos e Arte Sequencial
Will Eisner
ISBN: 8578273079
Ano: 2010 (4ª edição) / Páginas: 192
Idioma: português
Editora: WMF Martins Fontes

quarta-feira, 1 de março de 2017

BIBLIOTECA BÁSIHQA! #001 - Como fazer Histórias em Quadrinhos, de Juan Acevedo

quarta-feira, 1 de março de 2017 0
Olá, amigo!

A Biblioteca Básihqa! é uma nova seção que inauguro aqui, onde você pode encontrar resenhas de livros básicos para o ensino de desenho e quadrinhos. Vou aproveitar que o Ministério da Cultura decretou este mês de março como o mês do bibliotecário e começar a tocar essa ideia que estou querendo fazer há um bom tempo.


Como Fazer Histórias em Quadrinhos, de Juan Acevedo

Assim sendo, neste post de estréia, vou começar por um livro relativamente desconhecido, mas dos mais completos para quem já quer sair produzindo, uma vez que aborda a arte sequencial de modo bastante acessível a qualquer um. Era um dos livros fundamentais que utilizava nas minhas aulas de quadrinhos, nos tempos em que coordenei o curso na Escola de Desenho Cândido Portinari, em Santana/SP, nos anos 90.

Como fazer histórias em Quadrinhos, de Juan Acevedo é o resultado do trabalho de um dos melhores humoristas gráficos da América Latina em oficinas populares de criação de quadrinhos em comunidades pobres do Peru. Acevedo defende a tese de que os quadrinhos são uma arte para o povo e devem representar sua voz e seu olhar. Assim, de um jeito simples e prático, apresenta uma alternativa viável para o aprendizado de utilização da linguagem nas histórias em quadrinhos como instrumento de "libertação de consciências", partindo da observação da realidade local, sem se prender a métodos e esquemas, apenas fazendo uso deles para relacioná-los com a vida, com o repertório particular do artista iniciante.
Apresenta formas de construção bem simplificadas para os personagens, partindo de expressões faciais e corporais simples, incorporando meios gráficos para combiná-las e intensificá-las. Envereda pelas estruturas narrativas partindo das vinhetas para compôr as sequências. Passeia pelos planos de enquadramento e suas funções narrativas. Exemplifica os diversos tipos de balões e dá dicas de lettering e seus recursos cognitivos tanto nas falas como nas onomatopéias. Introduz as metáforas visuais de sinais gráficos e figuras cinéticas. Ensina formas de condução do olhar através da composição e os recursos de timing obtidos nas montagens e na relação entre as vinhetas.


O desenho é simples e direto, muito fácil para o artista iniciante.


Essencialmente prático, tem inúmeros exemplos retirados de HQs conhecidas.

Ele finaliza o livro apresentando exemplos de produções feitas nas oficinas, provando que qualquer um pode fazer uso dessa poderosa linguagem como meio de expressão.
O livro também conta com sugestões de exercícios ao final de cada assunto, além de um capítulo que aborda a história dos quadrinhos de maneira bem sucunta.
Publicado pela editora Global em 1990, atualmente fora de catálogo, "Como fazer histórias em quadrinhos ainda pode ser garimpado em sebos, mesmo os virtuais na internet, por um preço bastante acessível.

Vale a pena a busca.

Abraço,

Fabio Vicente

Ficha Técnica:
Como Fazer Histórias em Quadrinhos
Juan Acevedo
ISBN-13: 9788485016358
ISBN-10: 8485016351
Ano: 1990 / Páginas: 214
Idioma: português
Editora: Global

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Mais de 100 Model Sheets de Animações

domingo, 26 de fevereiro de 2017 1
Olá, Amigo!

Gosta de Model Sheets?

Model Sheet de construção de Pumbaa (Lion King, Disney, 1993/2008)

Na minha opinião é uma das ferramentas mais bacanas para se exercitar construção de personagens nos mais diversos estilos.
Não sabe por onde começar? Navegando pela web deparei com essa postagem no site Concept Art Empire, com mais de 100 model sheets de animações de estilos e épocas diversos, desde clássicos Disney até desenhos mais moderninhos como Family Guy. É um excelente começo.

Vale um tour pelo site, que tem muito material sobre arte conceitual, ilustração, storyboard, pintura digital e muito mais. 

Mais de um ano sem postagens por aqui... vou corrigir esse ato falho.
Farei um esforço para manter esse canal ativo e reconquistar seus corações!!
Abraço!

Fabio Vicente

segunda-feira, 2 de março de 2015

Mark Crilley: expressões, Chibi style.

segunda-feira, 2 de março de 2015 3
Mais um vídeo de Mark Crilley, criador do mangá "Miki Falls"... no estilo daquele que apresenta 100 olhos de mangá, este "20 modos de desenhar expressões em Chibis" é bem bacana.
Vale perder uns minutinhos.



Abraço!

Fabio Vicente

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Eu: o Professor, o Designer e como a vida faz escolhas.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 4
Eu, concentrado em um projeto de sinalização,
como programador visual das Faculdades Integradas de Guarulhos, em 2002.

Costumo dizer que, na maior parte das decisões vitais e pertinentes, ninguém deveria fazer escolhas antes da vida adulta.
Elas nem sempre são acertadas... falta maturidade.
Em geral, quem opta por uma carreira após os 25 anos, acerta... É óbvio que isto é uma opinião pessoal, mas como a premissa dessa postagem é um relato de minha trilha pelos caminhos da educação, não imagino melhor modo de iniciar o texto.
Assim como muita gente, sempre ouvi que a escolha da profissão deveria obedecer a uma predileção ou a habilidades e tendências pessoais. Não era uma fórmula de sucesso, mas ajudava a lidar com as dificuldades quotidianas. Desde que me conheço por gente tenho os lápis, as cores e as formas como companheiras de minhas brincadeiras... Fui alfabetizado lendo quadrinhos e passei boa parte de minha infância e adolescência desenhando. Aos dezesseis anos ingressei em uma escola de desenho, e aos dezoito já estava lecionando desenho na mesma entidade, aprendendo, a custo de muita cabeçada, o ofício de mestre, desde 1989.
Foram 12 anos na Escola de Desenho Cândido Portinari ensinando desenho, quadrinhos e ilustração.
Apesar da escolha apresentada pela vida, imaginei que minhas habilidades seriam melhor aproveitadas como Designer. Parti em busca da formação em Desenho Industrial, porém, o mercado exigia capacitações e atualizações distantes de minha realidade financeira. O emprego na área não surgiu em momento oportuno e, quando me dei conta, estava lecionando Educação Artística, Desenho Geométrico e Informática no dito ensino regular.
Seria injusto não mencionar que o design acompanha minha vida desde então, seja atuando como Programador visual dentro de empresas, seja como freelancer. Contudo, a educação sempre foi a minha principal atividade. Em vários momentos mantive dois empregos, como professor e designer. Ilustração e quadrinhos fazem parte da minha vida tanto quanto giz e lousa.
Mas como estava dizendo, nesse meio-tempo, migrei aos poucos do ensino técnico para o ensino regular.
De lá pra cá, põe mais uns 15 anos ou mais nessa história. Tive algumas desilusões, sobretudo no período em que fui servidor público, das esferas estadual e municipal. Não apenas com a escassez de recursos, tampouco com a baixa remuneração - embora isso tenha certa relevância - mas com as condições de trabalho: salas superlotadas, crianças sem noção de civilidade e carentes de exemplos familiares, abandonadas numa espécie de depósito de gente, onde a falta de empenho é premiada com a aprovação automática e onde o professor tem que assumir papel de pajem, sacerdote, assistente social, pai, mãe, e tantos outros a que as políticas públicas nos conduzem. 
Mas nem tudo são agruras: ao ingressar no curso de formação de professores – complementação pedagógica para bacharéis –, comparando minha prática pedagógica com as teorias de Piaget, Vygotzki, Freire e tantos outros, percebi que se há algo para o qual fui cunhado foi para ser professor.
Mas a constatação definitiva de meu papel na sociedade sempre ocorre naqueles momentos onde, anos após, encontro ex-alunos que fazem questão de cumprimentar e comentar os bons momentos e os ensinamentos que fizeram a diferença em suas vidas.

Abraço!

Fabio Vicente
 
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